
Donothingmachine
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Deixei um caderno cinzento, com apontamentos de analise matemática, na sala B201.
Se alguem o encontrou, agradecia que me avisa-se o mais rapidamente possivel por favor!
Obrigado.
Bom dia a todos,
Acabo de encontrar um casaco perto das escadas do bar da biblioteca. Naturalmente, entregá-lo-ei ao dono se me responder indicando as características do mesmo.
This is probably the last version of my ubuntu web server VM that will use Ubuntu 7.10.
UbuntuWebServer
Direct Download Link
REVISION LOG:
1.4 - added phppgadmin and some php stuff
1.3 - added FTP Server
1.2 - added JDK+Tomcat5.5 and PostegreSQL
1.1 - added OpenSSL and demo apache configuration (commented)
1.0 - initial release

Na RTP1 passa esta manhã um programa sobre o ano e o mês de maio de 1968.
Referências desinteressadas como Fernando Rosas e Diana Adringa dão a sua visão dos acontecimentos: nada contra.
Mas até me engasguei no meu belíssimo almoço, quando, há momentos, Julío Isidro apresentava o ano de 1968 como o ano que ficava marcado pela morte de Che Guevara, a referência «ética (sic) e política» de muitos dos protagonistas do Maio de 68. Mais: enquanto Che morria na Bolívia, em Cuba Fidel fortalecia o seu poder pessoal algo que “possivelmente” Che não teria feito.
Segue-se um bonito momento de músicas evocativas do carniceiro Argentino.
Já agora, Che morreu em 1967, ficando por isso por perceber qual foi o critério de o inserir neste programa…
Televisão pública para quê, mesmo?
Ler também: Combate Cultural

http://amadeo.blog.com/repository/306019/2683354.jpg Colheste-me na flor do Outono… Em roseiral de espinhos E horas de paixão. Esqueceste-te de ti e do sono Soçobrando em desalinhos Para me teres em botão. Ficaste confusa, assustada, Com a minha medida, pequenina, Frágil! Com vontade uivada, Seguraste o peso de pena e sina, Eu, Quase transparente, nada ágil, Macio e vivo! Não desfaleceste Ao sussurro do sedutor abandono. Esconjuraste estranho e amigo Em suplício acima do que ouviras ou leste; Era uma dor sem outro dono. Mas ele – o nosso amor – estava contigo… Tu és a minha semente Que me projecta para a luz; Tu és a minha chuva De alimento sorridente; Tu és o meu astro solar Que me amadurece como uva; Tu és o meu anjo da guarda Em guarido abraçar; Tu és o meu bastão Em apoio que nunca tarda; Tu és as minhas sandálias Que me adoça rude estradão. Tu és a minha mãe… E eu sou o teu filho, Rosa bonina! …O amor de um trovisco para uma colina XII : V : MMVIII (Andarilhus)
Eis os meus recém chegados livros encomendados da Amazon USA. Demoraram uma espantosa semana e meia a chegar, bem mais rápido que algumas encomendas nacionais que tenho feito. Dos cerca de 50 livros que já encomendei pela Amazon, foi certamente a encomenda mais rápida.
O livro no topo é “A Tale of Love and Darkness” que conta a história de um judeu que acompanhou a criação do estado de Israel, conflitos com a Palestina, as 7 guerras, a secreta Mossad, etc.
O livro imediatamente a seguinte, “Confessions of an Economic Hit Man”, é precisamente isso: a confissão de um indivíduo que trabalhou para várias corporações e cujo objectivo era levar países de terceiro mundo a celebrar contratos com os EUA que fossem favoráveis a essas mesmo empresas.
O terceiro livro é “A Capital” do sociólogo Karl Marx. A versão que li da Capital foi a abreviada e que, embora fosse suficiente para me afastar da teoria comunista, não substitui a versão completa.
O quarto e último livro é “Atlas Shrugged” de Ayn Rand, uma filósofa dos tempos modernos. Conta e narra, sob a forma de novela, uma teoria social totalmente oposta àquela do comunismo, colocando o individualismo e o egoismo como motor do mundo. A história é contada sob a questão de o que aconteceria ao mundo se o motor deste (aqueles individuos que marcam a diferença) parassem.
Os dois primeiros livros são meras histórias, os terceiro e o quarto são ideologias políticas diametralmente opostas. Não me identifico com nenhuma em específico — descarto o colectivismo ôco como descarto o individualismo egoísta, optando por juntar os dois naquilo que acredito que seja o credo da humanidade: o indivíduo deve aspirar ao máximo e, colectivamente, ser ainda melhor do que seria sozinho.
Optei por começar a ler o Atlas Shrugged, talvez porque é a sequela de Fountainhead, um livro também ele muito bem escrito.
Quando acabar de ler estes 4 livros (algures para Setembro, se o tempo o permitir) tenho já uns 7 preparados. O tema penderá agora para tecnologia (a minha biblioteca pessoal é composta de livros técnicos e de livros de política/história), nomeadamente “Programming Erlang: Software for a Concurrent World”, “Distributed Event-Based Systems”, Ambient Findability: What We Find Changes Who We Become, entre muitos outros…
Quem quiser mostrar alguma ideologia política ou tecnologia, existe um botão do lado direito para oferecer um livro da minha wishlist ;-)
Boas leituras!
Encontrei variados artigos em Blogs com oposições ferozes ao novo acordo ortográfico. O Memória Virtual contém muitos exemplos da nova grafia a que chega a chamar de aberrações. Eu tenho um prazer confesso em ser do contra e fazer de advogado do diabo. Mas neste caso até nem me custou muito, porque achei que as alterações não são assim tão marcantes que desfigurem a língua. Por exemplo o eleminar das consoantes mudas pode introduzir confusão entre palavras homófonas que passam a homógrafas, mas vem traduzir mais fielmente o modo como a língua é usada.
Uma língua quer-se viva e é por isso que saúdo esta tentiva de aproximar e unir os falantes de português através da homogenização das regras da língua. Imagine-se que por exemplo o português do Brasil vai deixar de usar o trema, que nem sequer existe no actual português de portugal. Mesmo na Informática, esta alteração é muito significativa, o meu teclado nem sequer tem trema, só com combinação de teclas o consigo aceder. No entanto o acordo preserva ainda assim diferenças entre os diferentes sabores do português como Amazónia/Amazônia. Muito mais grave parecem-me aquelas tentativas de mudar por completo a gramática e o nome dos tempos verbais. O facto da oposição a esta mudança na ortografia ser maior ao que se verifica no caso da gramática, parece-me prender-se mais com uma complexidade em ver uma aproximação das grafias de Portugal e do Brasil, um medo talvez irracional de ficar a perder algo, ou de ceder a outrém. Verifica-se essa oposição curiosamente de ambos os lados do Atlântico.
Até que acabei por encontrar um texto que achei fantástico, de uma amiga que conhecia apenas de caminhadas na montanha. Está no e Marrocos aqui ao lado, e convenceu-me de vez a ser a favor do acordo. Recomendo que leiam e até subscrevam o feed RSS como eu fiz, vão-se surpreender. Tem imensos exemplos do que mudou com acordos ortográficos anteriores, que não resisto a citar, como este:
"Ao scepticismo e á descrença que o paiz começou a ter pelos governantes, ha que opôr uma propaganda tenaz, chamando-o de novo á consciencia dos seus destinos"
Partido Republicano Radical, 1925
Um texto que apesar da estranha graphia, aliás grafia, continua muito actual, ou até atual.
E vocês, estão preparados para serem dos primeiros a adoptar a nova Grafia, ou preferem resistir até ao fim?
After a long time without time, I’ve finally managed to update my Wordpress installation and theme. It’s now using the latest 2.5.1 and, I think, it looks neat:)
Also, after testing my SSH keys, I’ve found out that they were vulnerable due to a patch in Debian, which made the random number generator guesseable. If you’re running a ssh-server, in a Debian-based distribution, you should test if your keys are compromised.
Acabou de chegar ao meu correio electrónico mais uma pérola. Foi enviado a todos os alunos de Engª Informática da FEUP.
Caro colega
Preciso de ajuda de alguem que conheça/domine minimamente programação em PHP aplicado a WebDesign.
É para colaboração num trabalho muito importante e com muita urgência de um site que uma amiga minha está a fazer. E por isso ela nem se importa de pagar à pessoa.Precisava duma resposta o mais rapidamente possível.
Obrigado.
Espetacular. Não se importa de pagar!!
http://claudia.weblog.com.pt/arquivo/ballet.jpg
O seu grande confidente, o rio, dissera-lhe: “Yoanna não te deixes atrasar mais por desculpas e por desvios de um sem número de acasos. É lá que estás e é lá que te esperam. Algum dia a consciência virá por ti, a tua realidade se imporá…”
Escutou, interiorizou e decidiu-se. Regressou à sala de actos.
À entrada aquele odor de efervescência e de adrenalina suado. Deixou o olhar correr o soalho até bem ao fundo da sala. Envolveu-se e contribuiu para o silêncio inundado de muitas vozes daquele espaço e viu-o. O espelho. O experimentado espelho, sábio da técnica, conselheiro do caminho da perfeição. Pedagogo, pai… Reconheceram-se. Fitou-o, abraçou-o com o íntimo. Partilharam as vozes do silêncio.
E o espelho, feliz em bagos prenhes de carinho, dobrou-se em inusitada vénia, revelando todo um mundo guardado no seu baú opaco.
Projectado na sua pele vítrea fria o calor de muitos momentos, como um álbum de memórias, deixou correr todos os afectos, impressões de anos, tentações e sensações, notas, imagens, realidades… do universo de Yoanna. Esta, algo trémula, trocou de pé no equilíbrio da sua gravidade, trocou de olhar e pintou de sentir os sentidos, invadida, trespassada por todos aqueles casulos de vivências. E tanto que havia ficado para trás, por escolha ou por força doutras forças.
Reagiu e injectada de nervo chutou para canto os sapatos de tacão alto, acariciou nas mãos da imaginação os sapatos de pontas mágicos, transformou o tailler em maillot sob tutu (tão justo que revelava as formas leves e soltas) e ficou pronta para o lago dos cisnes. Dos cisnes ou de qualquer outro dos sonhos alados que lhe florearam de imediato o céu impregnado na cobertura da sala. A música, tamanha música redonda, cheia, omnipresente do passado a passos bailados em desejo para o futuro, sacudia-a, tentava-a como cachorro brincalhão à espera de companhia.
E, descalça e nua, Yoanna tingiu o espelho com bailado de doce fúria e desejo, bailado de visita a todos os seus seres espalhados nos anos, bailado de saudade, bailado de dor e felicidade, bailado de riso e lágrimas, bailado de memórias e memorável…
O espelho, ávido de atenção, registou cada saboroso movimento, como imagens sequenciais de lanterna mágica. Guardou-as no seu dorso opaco. Ficou tão brilhante e límpido, recolhendo-se por segundos, como mármore extasiado.
Dos pés corriam pequenos traços de sangue, do corpo ofegantes vapores transpirados elevavam-se como preces, dos lábios um beijo sorridente desmascarava a alma, agora tranquila, em paz. A pátria reconstruída, a nação reunificada e o império coeso novamente.
Retomou os sapatos de tacão e o tailler, era tempo de regressar a casa. À casa de agora, à casa de sempre. Ao lar que recuperara e à família que retomara.
Despediu-se do espelho, em silêncio, encostou-lhe o coração.
Ia solta, em dança interminável para os salões da vida que a esperavam.
E na sala, o espelho mostra a quem por lá passa e conseguir escutar as vozes no silêncio, a pureza e a bondade do ser humano… Yoanna.
Andarilhus “(º0º)”
XIII : V : MMVIII


Pois é. Não dá para ver videos. Está a ser uma semana do caraças ! (aqui, na HelloWorld!, também usamos vocabulário vernacular). Andamos todos ocupados com outras disciplinas…mais concretamente com trabalhos de Investigação Operacional, Teste de Arquitectura de Software, Trabalho de Métodos Formais (qual foi o pecado capital que cometemos para merecer isto!?), Trabalho de Marketing (no meu caso…) e o de LGP…
Conseguimos “quase” recuperar o atraso da semana passada. Assim por alto falta ter o daemon responsável por registar os dados de monitorização (o plugin já suporta escalonamento), permitir a consulta e visualização do histórico e a actuação.
Reservamos as 2 semanas finais para afinações, trabalhar na interface e na representação de informação, fazer os testes de usabilidade e trabalhar.